Filipe Nyusi lembra Mário Machungo como “defensor acérrimo da independência”

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O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, lembrou hoje Mário Machungo, antigo primeiro-ministro que morreu em 17 de fevereiro em Lisboa, como um “nacionalista convicto e um defensor acérrimo da independência” do país.

“Perdemos um nacionalista convicto”, disse Filipe Nyusi, falando durante o funeral de Estado de Mário Machungo, ocorrido hoje no salão nobre do Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

O antigo governante, que ocupou o cargo de primeiro-ministro entre 1986 e 1994, morreu vítima de doença prolongada em Lisboa.

Para o chefe de Estado moçambicano, a entrega e determinação de Mário Machungo às causas da nação moçambicana são lições que devem permanecer com o povo.

“Machungo é o mestre que soube imprimir no seu nome letras inapagáveis na história de Moçambique”, frisou Filipe Nyusi, acrescentando que se tratou de um “acérrimo defensor da independência económica e política de Moçambique”

O Presidente lembrou ainda o ex-chefe do executivo como um governante “nobre e pujante”, comprometido com o bem-estar e justiça para os moçambicanos.

“Mário Machungo, um homem de um saber abrangente e lealdade exemplar, deixa-nos um legado de entrega à causa moçambicana”, acrescentou o chefe de Estado moçambicano.(LUSA)