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Moçambique tem cada vez mais médicos e enfermeiros

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Em 2015, havia no país apenas 2.008 e o número aumentou para 2.473, no ano passado. Consequentemente, o rácio médico/habitante passou de 7.4 para 8.4, no período em alusão, disse a ministra da Saúde, Nazira Abdula, hoje, em Maputo.

De acordo com a governante, que falava na abertura da 8ª Conferência Anual do Observatório de Recursos Humanos para Saúde de Moçambique, no quinquénio prestes a findar, o efectivo de médicos acima indicados “representa um crescimento de 23.2 e 13.5 por cento”, respectivamente.

“Em relação à enfermagem, tivemos um aumento” de profissionais “de 12.085, em 2015, para 14.174, em 2018, o que corresponde a um crescimento de 17.3 por cento”, explicou Nazira Abdula.

Os avanços foram também registados em relação ao rácio médico por habitante. “Se, em 2015, 7.4 médicos estavam para cem mil habitantes, em 2018, o número destes profissionais aumentou para 8.4, o que representa um crescimento de 13,5 porcento”.

Chamada a intervir, a representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Moçambique, Djamila Cabral, lembrou a importância dos recursos humanos qualificados para países africanos, tendo em conta o reforço da saúde primária e o alcance da saúde universal.

“Os recursos humanos para a saúde são uma peça central do reforço dos cuidados de saúde primária e para o alcance da cobertura universal da saúde. É imperativo termos recursos humanos com competência necessária e em número adequado, motivados e aloucados equitativamente para atingiremos melhores resultados na saúde”, avançou Djamila Cabral.

Com duração de um dia, a 8ª Conferência Anual do Observatório dos Recursos Humanos decorreu sob lema: “Optimizando as Contribuições da Força de Trabalho de Saúde Reprodutiva Materno Neonatal, Infantil da Criança do Adolescente e da Nutrição”.

O evento contou com a participação de países como Angola e do Reino de Eswatine.

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