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Sete sinais de alarme de cancro do esófago que jamais pode ignorar

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As células epiteliais do esófago são responsáveis pela constituição do tecido da mucosa do órgão. No seu estado normal, estas células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias, este processo chama-se regeneração celular, de acordo com informação partilhada pela rede de hospitais privados CUF.

Quando as células do esófago normais envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Porém, quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (ADN), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.

Ao contrário das células normais, as células de cancro do esófago não respeitam as fronteiras do órgão, invadindo os tecidos circundantes e podem espalhar-se para outras partes do organismo. A este processo dá-se o nome de metastização.

Segundo a CUF, o cancro do esófago é atualmente o oitavo tumor com maior incidência a nível mundial, variando a mesma conforme a área geográfica, a etnia e o sexo.

Os sete principais sintomas de cancro do esófago

Deverá estar atento e consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas:

– Dor ou dificuldade em engolir;

– Perda de peso;

– Regurgitação alimentar;

– Dor no peito ou nas costas;

– Tosse e/ou rouquidão prolongada;

– Indigestão;

– Sensação de queimadura (pirose).

Fatores de risco

Ainda não foi possível encontrar as causas para o cancro do esófago, mas alguns factores de risco são conhecidos. Os principais factores de risco são:

Consumo excessivo de álcool – o consumo superior a três bebidas alcoólicas por dia aumenta o risco de desenvolver cancro escamoso do esófago. A combinação de excesso de álcool com tabaco aumenta consideravelmente o risco.Tabagismo

Refluxo gástrico – muito comum, o refluxo gástrico traduz-se no movimento anormal de ácido do estômago para o esófago e pode provocar ardor. O ácido pode danificar os tecidos do esófago, pelo que o refluxo gástrico prolongado no tempo (anos) pode levar ao desenvolvimento de adenocarcinoma do esófago.

Esófago de Barret – Esta condição pré maligna consiste na transformação do epitélio glandular da parte final do esófago num epitélio diferente e mais parecido com o do intestino. As células deste epitélio têm mais tendência a transformarem-se em células de cancro. O refluxo gástrico pode causar esófago de Barret e a maioria das pessoas desconhece que o tem. A combinação de refluxo gástrico e esófago de Barret é um factor de risco superior ao refluxo gástrico por si.

Idade – é o principal facto de risco para o cancro do esófago. A incidência aponta para o diagnóstico da doença por volta da sexta e sétima década de vida.

Ser do sexo masculino – os homens têm três vezes mais risco de desenvolver cancro do esófago do que as mulheres.

Ser de raça negra – ainda se desconhece o motivo, mas este tumor tem uma maior incidência entre indivíduos de raça negra.

NM