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Renamo responsabiliza Frelimo pela morte de Anastácio Matavel

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O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) responsabilizou hoje o partido no poder, a Frelimo, pelo assassínio de um observador eleitoral na província Gaza, sul de Moçambique.

“Quando nós dizemos que a Frelimo é um grupo de criminosos, muitos não nos entendem: mataram um cidadão, que fazia parte da sociedade civil e que podia ajudar Moçambique”, disse Ossufo Momade, falando num comício no posto administrativo de Namapa, na província de Nampula, norte de Moçambique, no decurso da campanha eleitoral.

Para o líder do principal partido de oposição em Moçambique, a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), no poder desde a independência do país, em 1975, não está interessada na democracia.

“Aqueles [a Frelimo] não querem democracia em Moçambique. Eles mataram o nosso irmão, mas não mataram os moçambicanos. Os moçambicanos querem a democracia”, frisou Ossufo Momade.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou na terça-feira, numa declaração à imprensa pelo seu porta-voz, em Maputo, que o homicídio terá sido perpetrado por um grupo de quatro agentes e um civil, referiu, sem adiantar as possíveis motivações.

LUSA