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Homem preso em Portugal diz que prisão de Lisboa não tem ar condicionado e tem ratos ‘gigantes’

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Obritânico de 72 anos, condenado a oito anos de prisão por tráfico de droga em Portugal denunciou, este sábado, ao jornal Mirror as alegadas “condições repugnantes” em que vivem os reclusos no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

Roger Clarke foi detido em dezembro de 2018, juntamente com a mulher Susan, de 71 anos, num cruzeiro que atracou em Santa Apolónia, Lisboa, que regressava das Caraíbas com destino ao Reino Unido. Nas quatro malas que transportava, o casal tinha nove quilos de cocaína.

Apesar de terem garantido sempre que tinham sido alvo de “uma armadilha”, Roger e Susan foram condenados, em setembro deste ano a oito anos de prisão efetiva cada um.

Pela primeira vez desde que foram presos, Roger falou com a comunicação social. Ao Mirror, o reformado revela que enviou uma carta ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, com um pedido de ajuda.

Se não o conseguir levar para o Reino Unido, o britânico pede que, pelo menos, o coloquem num estabelecimento prisional misto, na ilha da Madeira, junto com a mulher, para a poder ver todos os dias.

Já quanto às condições do Estabelecimento Prisional de Lisboa, Roger Clarke diz que “são repugnantes”.

“As condições são realmente repugnantes, sem ar condicionado, sem aquecimento e há muitas celas que nem iluminação têm. Há ratos, alguns do tamanho de coelhos, e milhões de baratas, de insetos horríveis”, disse ao jornal britânico.

Devido à falta de condições, o idoso diz que já perdeu muito peso e até já teve de ser transportado de urgência até ao hospital por suspeitas de um ataque cardíaco.

O casal, que foi apanhado com nove quilos de cocaína escondidas no forro de quatro malas, em 2018, em Lisboa, já tinha estado preso na Noruega, em 2010, por ter sido apanhado com 240 quilos de resina de cánabis.

(Noticias ao minuto)

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