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Joaquim Chissano e Armando Guebuza dizem que futuro do país depende da paz e da unidade

Os antigos Presidentes Joaquim Chissano e Armando Guebuza apontaram hoje a unidade nacional e paz como condições para preservação dos ganhos da independência do país.

“O desafio do país é manter a paz, unidade e aproveitar recursos naturais que a natureza nos dá”, disse Joaquim Chissano, antigo Presidente moçambicano (1986 a 2005).

Joaquim Chissano falava aos jornalistas à margem das cerimónias centrais da celebração do Dia da Independência na Praça dos Heróis, na capital moçambicana.

Para Chissano, além de garantir que a unidade prevaleça, o importante é “levar a cabo os nossos programas para Moçambique”, uma estratégia que deve estar dentro das perspetivas desenvolvimento do continente.

Também Armando Guebuza, que foi Presidente de Moçambique entre 2005 e 2015, destacou a unidade nacional como fundamental, considerando que “o mais importante é que hoje o país é independente”.

“O nosso futuro depende em muito da nossa unidade e autoestima”, disse Armando Guebuza.

Acrescentou que o povo moçambicano deve aproveitar a data para refletir nos próximos passos, que devem preservar a independência.

“Temos de caminhar firmemente para garantir que os ganhos que nós conquistamos sejam preservados e que mais tarde continuemos a melhorar as nossas condições de vida”, concluiu.

Com cerimónias em pelo menos todas capitais provinciais do país, Moçambique celebra 44 anos após a proclamação da independência em 1975 pelo então Presidente Samora Machel, após uma luta de libertação contra o regime colonial português que começou em 1964.

LUSA

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