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Não há barulho quanto a distribuição de alimentos às vítimas do ciclone Idai diz Carlos Agostinho do Rosário

O Primeiro-Ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, garante que não há “barulho” quanto a distribuição de alimentos às vítimas das enxuradas deste ano que se encontram nos centros de acomodação, na província da Zambézia, no centro do país.

Do Rosario falava esta quinta-feira depois de efectuar uma visita de trabalho aquela província, onde recomendou aos gestores de distribuição de alimentos a aprimorarem a gestão e a levar a comida a quem realmente precisa.

“Deixamos recomendações claras de que onde haver desvios, essa situação deve ser eminentemente punida”, disse.

O Primeiro-Ministro disse que as populações vão receber sementes para a produção de comida, recomendado a conservação da mesma para a próxima época agrícola.

“Não queremos perpetuar uma situação de dependência nem de alimentos nem de instrumentos de produção. A população está clara quanto a isso. Ela não quer de forma alguma comida doada, quer comer quando quiser e só produzindo é que isso pode acontecer”, sublinhou.

Durante a visita, o governante sobrevoou o distrito da Maganja da Costa para se inteirar da situação da população afectada pelas inundações e escalou os centros de reassentamento de Gogodane, no distrito de Namacurra, e Sopa, no distrito da Maganja da Costa, criados para albergar as vítimas de inundações que assolaram este ano a província.

Em Gogodane, Do Rosário não gostou o que viu. Constatou que parte considerável das 154 famílias inscritas como estando reassentadas, regressou para as zonas de origem onde voltou a sofreu com as cheias.

(AIM)

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