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Atitudes dos pais que prejudicam a construção da autoestima infantil

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Que mãe ou pai não quer que seu filho seja completo e feliz desde o nascimento até a vida adulta? O primeiro passo para ajudá-lo a ser seguro e confiante é preocupar-se com a construção de sua autoestima.




Mas as atitudes de alguns pais vão na direção oposta e, em vez de serem benéficas, acabam minando a autoestima infantil. “As atitudes ensinam mais do que as palavras, as crianças modelam seu amor-próprio de acordo com as ações dos pais.

principais erros apontados por Renata e Edileide nas atitudes dos pais no que diz respeito à construção da autoestima infantil e faça de tudo para não cometer nenhum deles.

Relembrar os erros da criança o tempo todo
Explicar para seu filho por que ele errou é bom, assim lhe é dada a chance de mudar de atitude e ter mais chances de acertar no futuro. Mas bater na mesma tecla mais de uma vez, relembrando a ocasião do erro sem motivo, o deixa inseguro e com a sensação de que só aquilo é relevante em suas ações. Caso o erro se repita, vale reforçar o ensinamento e até lembrar o que aconteceu no passado, para que ele entenda que precisa realmente mudar.
Elogiar exageradamente
Tudo bem que para cada mãe e cada pai seus filhos são os mais lindos e espetaculares que existem, mas elogiar absolutamente tudo que eles fazem, de forma exagerada e além da realidade, é prejudicial ao seu desenvolvimento. Por um lado, a criança sonhadora pode começar a viver a ilusão de que o mundo.

Fazer tudo pela criança por achar que ela é incapaz
Muitos pais acham que, por serem pequenas, as crianças são frágeis e incapazes de realizar algumas tarefas. Para “protegê-las”, tomam a frente de todas as atividades, permitindo que elas façam nada ou muito pouco. Conclusão: filhos inseguros, que passam a se sentir realmente frágeis e incapazes, que sempre precisarão de alguém para fazer as coisas por eles.




Ser uma mãe/um pai ausente
O dia a dia dos adultos pode ser uma loucura, com trabalho puxado e eventos sem limites de horário. Para as crianças, isso não importa muito: elas precisam da presença dos pais em casa e em suas atividades escolares para se sentirem amparadas, seguras e queridas. Terceirizar a educação para os avós ou funcionários especializados garante que a criança esteja sempre acompanhada, mas pode criar a sensação de que os pais não se importam com ela.

Inventar desculpas e fingir que seu filho nunca erra
Crianças ou adultos, todos erram. Pais que inventam mil desculpas e explicações para os erros dos filhos impossibilitam o desenvolvimento pleno das noções de responsabilidade dessas crianças, pois elas não conseguirão perceber que e onde precisam melhorar para acertar. Mas a realidade é implacável, e em algum momento alguém lhes apontará os erros – com os quais, por causa desse histórico de superproteção, eles não saberão lidar. É a preparação para adolescentes ou adultos inseguros.

. Prometer e não cumprir
A criança não para de pedir algum brinquedo, alimento ou passeio. Para que ela pare de insistir, é bem comum que os pais prometam que vão atender seu pedido, embora já saibam que depois farão de conta que não disseram nada.

Discutir as frustrações do dia a dia na frente da criança
Dificuldades no trabalho ou no relacionamento entre o casal devem ser discutidas longe das crianças, especialmente na primeira infância. Como a noção de mundo que os filhos têm é limitada ao universo ao seu redor, eles tendem a se sentir responsáveis pelas brigas ou pelo mau humor dos adultos que os cercam e angustiados por isso.

 

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